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II Encontro Regional da Força RJ acontece em junho, em Rio das Ostras

O secretário da Força RJ para a Região dos Lagos, Virgílio Lagrimante, informou que foi criada na manhã de hoje (19) a comissão de preparação do II Encontro Regional da central no Rio de Janeiro para discutir novos rumos e alternativas para o desenvolvimento do estado. O coordenador da comissão, composta por cinco diretores do Sindicato dos Empregados do Comércio e Hotéis de Rio das Ostras e Região, é Anderson Marins, diretor tesoureiro da entidade.

Segundo o presidente da Força Rio, Carlos Fidalgo, serão cinco encontros por região, até o final deste ano. O primeiro aconteceu em março, em Campos dos Goytacazes. Carlos Fidalgo explicou que a proposta é aproximar a Força RJ ainda mais dos trabalhadores, ouvindo as demandas diretamente das bases, por região.

“Vamos fazer um encontro nos moldes do da Região Norte-Noroeste do estado. Além de analisar o atual quadro socioeconômico e seus desafios, vamos buscar alternativas para gerar emprego e renda, de Araruama a Rio das Ostras, passando também por Casimiro de Abreu. Para isso, vamos chamar sindicatos, associações de moradores, associações comerciais, gestores públicos, Câmaras Municipais, universidades, enfim, todos os segmentos que possam pensar estratégias para voltarmos a crescer”, contou Virgílio Lagrimante.

O II Encontro Regional da Força RJ será dia 24 de junho, no Salão de Convenções Rio das Ostras Futebol Clube, no bairro Nova Esperança, em Rio das Ostras, de 9h às 17h.

 

 Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                         Foto: Divulgação Força RJ

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

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André Stiaberj

Trabalhadores em campanha salarial recusam contraproposta da Michelin

André StiaberjO Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Artefatos de Borracha do Rio de Janeiro (Stiaberj) recusou a contraproposta da Michelin para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017. A última rodada de negociação aconteceu ontem (17), após três reuniões onde os representantes da empresa e dirigentes sindicais do Stiaberj discutiram as cláusulas sociais. A proposta foi de 7% de reajuste, R$ 8.200,00 de Participação nos Resultados (PR) fixa e um salário de cada funcionário, a título de PR variável, de acordo com metas a serem cumpridas até janeiro e faixas salariais.

“Foi a primeira proposta deles. Recusamos porque não podemos admitir reajuste salarial abaixo do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Queremos, no mínimo, reposição salarial diante do quadro que estamos atravessando. Abaixo disso, não dá pra negociar”, admitiu o presidente André Luiz Rocha.

Ele explicou que a Pauta de Reivindicações aprovada pelos trabalhadores quer reposição de 100% do INPC, 2% de aumento real, PR fixa de R$ 10.500, além de PR variável. A data base é junho e o acordo beneficia cerca de 5 mil funcionários.

A próxima rodada de negociação com a empresa está prevista para 27 de maio. “A categoria está mobilizada e amanhã mesmo (20) estaremos informando aos grupos, por turno, o andamento das negociações”, completou André Rocha.

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                         Foto: Divulgação CNTQ

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Temer e Paulinho

Temer cria grupo com centrais para discutir reforma da Previdência em 30 dias

Temer e Paulinho

O presidente interino Michel Temer criou, em 16 de maio, um grupo de trabalho com as centrais sindicais para apresentar, em 30 dias, uma proposta sobre a reforma da Previdência. Cada entidade terá dois representantes no colegiado, que terá a primeira reunião hoje, quarta-feira (18).

Embora tenham se manifestado reticentes a mudanças na aposentadoria, sindicalistas que participaram de reunião com Temer se comprometeram a procurar soluções junto com o governo. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) não participaram do encontro por serem contrárias ao impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

O presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antônio Neto, disse que as entidades podem até ser convencidas pelo governo, mas a posição inicial do setor é que não é necessária uma reforma na Previdência. “Achamos que não precisa, posso dizer com toda tranquilidade. Quando foi feita a 85/95 progressivo, já foi feita a maldade [nova fórmula de cálculo das aposentadorias]. Em 2026, ninguém mais no Brasil se aposentará com 65 anos (homem) e com 60 anos (mulher). É repetir o erro de novo. Aliás, todas mexidas da Previdência mexeram sempre com o todos os trabalhadores.”

Alternativas

Na opinião das centrais sindicais, há alternativas de financiamento para a Previdência que não seja a mudança na idade dos trabalhadores para ter direito ao benefício, como o aumento da arrecadação por meio da formalização do trabalho e a criação de impostos por meio da legalização dos jogos de azar.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulinho da Força (SD-SP), disse que Temer está disposto a negociar para resolver o problema. “Do nosso ponto de vista, esse acordo não pode tirar direitos. Direitos adquiridos não podem ser mexidos, não aceitaremos nenhuma retirada de direitos de quem está no mercado de trabalho. Mudança para quem vai entrar no mercado de trabalho, nós podemos discutir. [Ele] espera que em 30 dias chegue a um acordo. Se não chegar, ele pode adiar um pouco mais.”

Após o encontro, o presidente da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah, disse que vai tentar sensibilizar as demais centrais a participar dos debates, porque, segundo ele, Michel Temer disse não querer deixar como legado a retirada de direitos dos trabalhadores. “Este diálogo é fundamental. Querendo ou não querendo, está aí o governo colocado. Se não houver um debate profundo, quem vai sair prejudicado são todos os trabalhadores. Eles que estão pagando com o desemprego. Não podemos ter situação de impedimento do diálogo para que a gente possa solucionar a crise mais grave que a gente tem que é a do desemprego”, disse Patah.

   

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                                                                          Fonte: Agência Brasil

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Sandoval porta de fábrica

Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu percorre fábricas da Baixada para divulgar ações em defesa do trabalhador

Sandoval porta de fábrica

O Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu não para. O presidente Sandoval Marques e os diretores Jorge Luiz dos Santos, Alex Sander Alves da Silva e Carlos Duraes percorreram algumas fábricas na Baixada Fluminense nesta última terça-feira (17). A ação faz parte da campanha permanente para conquistar novos filiados e promover os benefícios para quem é associado.

“Mesmo com a crise econômica grave pela qual o país passa, o SindiQuímica-NI continua investindo em parcerias, convênios, cursos de capacitação, nos atendimentos Odontológico e Jurídico. Inclusive, este último serviço foi ampliado e estamos tratando também das questões previdenciárias”, destacou Sandoval, também secretário regional da Força RJ para a Baixada Fluminense.

Ainda segundo o presidente, a dificuldade nas negociações trabalhistas aumentou. “Os empresários vêm usando este momento complicado para fugir de um acordo coletivo, mas mesmo assim conseguimos vitórias importantes, como ocorreu recentemente com as empresas Nova Radar e Probelle. A participação dos trabalhadores é fundamental neste processo. Quanto mais eles aderem ao Sindicato, mais fortes ficamos. Somos a voz desta categoria e não vamos nos calar diante das adversidades”, ressaltou.

Outras duas empresas visitadas recentemente foram a Compactor e a Tintas Águia. O agravamento da crise econômica em todas as categorias e o clima de incerteza política foram temas da assembleia com os trabalhadores da Compactor. “Não estamos em um momento favorável e sabemos que o desemprego aumenta a cada dia. Mas deixamos claro que o Sindicato está ao lado dos trabalhadores e continua investindo em parcerias, convênios, oferecendo assistência jurídica, previdenciária, atendimento odontológico, cursos de capacitação e muitas outras ações para contribuir na qualificação e auxiliar na qualidade de vida”, afirmou Sandoval Marques.

Na Tintas Águia, a diretoria SindiQuímica-NI distribuiu boletins informando que já foi dada entrada na ação judicial para que a empresa cumpra o Acordo Coletivo. “Esta é a nossa missão: defender a categoria. Iremos até o fim para garantir os direitos deles. Não vamos nos calar. Já avisamos, inclusive, o Ministério do Trabalho sobre a situação. Os trabalhadores podem esperar que nós estamos de frente neste processo e esperamos ter uma resposta em breve”, concluiu o presidente do SindiQuímica-NI.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Com Assessoria de Imprensa SindiQuímica-NI

                                                                     Foto: Divulgação SindiQuímica-NI

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

proforza um

Trabalhadores demitidos vão decidir em assembleia se aceitam acordo da Rede Forza

proforza um

Apesar de a Rede Forza ter entregue ao Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis do Rio de Janeiro (Sinpospetro-RJ) um termo de compromisso, no último dia 12 de maio, com informações sobre o pagamento das rescisões trabalhistas, o acordo proposto pela empresa precisa ser aprovado, em assembleia, pelos trabalhadores para ser implementado. A proposta será debatida na assembleia que será realizada na próxima quinta-feira (19), às 9h, na sede da Força Sindical RJ. A negociação só será fechada com aprovação dos ex-funcionários.

O presidente do Sindicato, Eusébio Pinto Neto, pede aos trabalhadores dispensados pela Rede Forza que se mantenham mobilizados até a conclusão do acordo. No documento, a empresa se compromete a pagar as verbas indenizatórias em parcelas num período de cinco meses.

Segundo Eusébio Neto, para que o acordo entre em vigor, o termo de compromisso precisa ser assinado entre o Sindicato e a empresa e aprovado pelos funcionários. Ele diz que a adesão é opcional e que o trabalhador deve levar em conta que uma ação na Justiça pode levar meses para ser julgada. O presidente do Sinpospetro-RJ pediu à empresa que trate de forma diferenciada os ex-funcionários que ainda não conseguiram recolocação no mercado de trabalho.

Eusébio Neto ressaltou que só depois de assinado, o documento tem valor jurídico. “A mobilização é a única arma que o trabalhador tem para fazer valer os seus direitos. Faremos o que for preciso para garantir o pagamento das indenizações trabalhistas”, garantiu.

proforza 2

Ainda de acordo com o presidente do Sindicato e também vice-presidente da Força RJ, o acordo prévio apresentado pela Forza é resultado  do protesto realizado em 11 de maio, num dos principais postos de combustíveis da empresa, em Jacarepaguá. Na manifestação, o Sindicato interrompeu por mais de sete horas o  abastecimento de veículos. Mesmo com a presença da polícia, os dirigentes sindicais e trabalhadores mantiveram a interdição, até que a empresa se comprometesse a apresentar uma proposta ao Sinpospetro-RJ.

No termo, a Forza se compromete a indenizar 193 trabalhadores. A proposta prevê o pagamento da multa de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além das verbas rescisórias.

A Rede Forza fechou 28 postos de combustíveis no estado do Rio de Janeiro e demitiu em massa. A empresa, fundada em 1999, chegou a ser considerada uma das principais  redes de postos de combustíveis no RJ.

A sede da Força Sindical do Rio de Janeiro fica à Rua Silvino Montenegro, nº 88, Gamboa, Zona Portuária da cidade.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Com Assessoria de Imprensa Sinpospetro-RJ

                                                                    Fotos: Divulgação Sinpospetro-RJ

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Metal São Gonça 1

Metalúrgicos de São Gonçalo conquistam reajuste de até 10,37%, retroativo a março

Metal São Gonça 1

Depois de conquistar o reajuste de 10,37% para os trabalhadores empregados nas indústrias de reparação de veículos e acessórios em abril, retroativo a março, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de São Gonçalo fechou também a convenção coletiva junto às empresas metalúrgicas do município, no início de maio. O piso do ajudante terá aumento de 9%, retroativo a março e os demais pisos e funções terão reajuste de 4%, a partir de 1º de março, e 5% em setembro.

“Além de garantir pelo menos a reposição salarial à categoria, nos preocupamos com a manutenção dos empregos”, afirmou o diretor financeiro do Sindicato, Marco Antônio Lagos, o Marquinho da Força.

Ele explicou que junto ao Sindirepa (sindicato patronal das indústrias de reparação de veículos do RJ) foi possível assegurar aumento real e benefícios como planos odontológico e funeral. Já nas indústrias, além da categoria aprovar o reajuste parcelado entre março e setembro, foi fechado ainda um acordo em separado para o Estaleiro Cassinu.

“A proposta era 0% de reajuste. Só no início de maio começamos a reverter esse quadro. No Estaleiro Cassinu, foi um pouco pior, porque eles apresentaram um relatório com quatro páginas com a relação de dívidas e diziam que não tinham como reajustar salários, porque a indústria naval e de reparos está estagnada. Mesmo assim, insistimos na negociação e, preocupados com seus empregos, os trabalhadores aceitaram receber 2,5% de aumento em março e 2,5% em setembro”, contou Marquinho da Força.

O presidente do Sindicato, Felisberto Andrade, informou que, nos últimos seis meses, o estaleiro que tinha 370 metalúrgicos passou a ter 93 trabalhadores. “Eles dizem que não querem demitir mais ninguém, que querem manter esse número mínimo, na esperança de que o país volte a caminhar”, completou Felisberto.

 

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                         Foto: Divulgação Sindicato dos Metalúrgicos de São Gonçalo

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Sílvio Campos entrega prêmio principal a três trabalhadores

Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda promove distribuição de prêmios aos sindicalizados em comemoração pelo Dia do Trabalhador

Sílvio Campos entrega prêmio principal a três trabalhadores

Sílvio Campos entrega prêmio principal a três trabalhadores

O Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense entregou mais de R$ 85 mil em prêmios na 10ª Festa do Trabalhador, que reuniu em torno de 7 mil sindicalizados neste domingo (15), no Recreio dos Trabalhadores, em Volta Redonda. Foram sete prêmios de R$ 5 mil, um de R$ 10 mil e outro de R$ 30 mil, além do sorteio de dez poupanças de R$ 1 mil e prêmios extras.

“A festa já virou uma tradição na cidade. Os metalúrgicos esperam ansiosamente a data de comemorar o seu dia. Apesar da crise, não podemos deixar de realizar o festival de prêmios”, disse o presidente Sílvio Campos.

O prêmio principal deste ano foi dividido entre três trabalhadores: Gilmar Cerqueira da Rocha, 43 anos; Leonardo Oliveira Lino, 38; e Fabiano Sacramento Citelli, 40 anos. “Estou muito feliz. O dinheiro veio em boa hora. Estou muito emocionado. Vou continuar as obras em minha casa”, desabafou Citelli. Gilmar Cerqueira, outro ganhador, completou: “Vou pagar minhas contas e também investir na reforma de minha casa”.

Prêmios Metal VR 2

Homenagem

Logo no início da festa, o presidente do Sindicato pediu um minuto de silêncio em homenagem aos operários Wanderley dos Santos, Dênis da Silva e Renan Martins, que morreram após acidente na Zincagem I, na Usina Presidente Vargas da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Foram distribuídas, também, fitas pretas aos associados. Sílvio Campos lembrou que é importante continuar fazendo orações pela recuperação de Aluênio Francisco Alves, 32 anos, que permanece internado no Hospital Oeste D’Or, em Campo Grande, Rio de Janeiro.

“O Sindicato e os metalúrgicos de toda região estão de luto pela morte dos trabalhadores e estamos em oração pela vida do Aluênio”, ressaltou Sílvio Campos, que colocou toda a equipe do setor jurídico do Sindicato à disposição dos familiares dos operários. Também o presidente da Força RJ, Carlos Fidalgo, colocou a central no Rio de Janeiro ao inteiro dispor do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense para o que se fizer necessário.

Acordo Coletivo CSN

Durante a festa, os trabalhadores também foram informados sobre o andamento das negociações do Acordo Coletivo da CSN. A primeira reunião acontece na próxima quinta-feira (19), para apresentação da Pauta de Reivindicações. O Sindicato já adiantou que vai lutar por um reajuste justo, com aumento real. Nos últimos 12 meses, de maio de 2015 a abril de 2016, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) fechou em 9,83%. “As negociações com a CSN sempre são as mais difíceis. Em 2015, fechamos o acordo no final do mês de setembro. Não queremos que isso aconteça este ano”, salientou Sílvio Campos.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Com Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense

                                         Foto: Divulgação Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Festa São Gonçalo 1

Químicos de São Gonçalo comemoram o Dia do Trabalhador

Festa São Gonçalo 1

Promovida pelos Sindicatos dos Químicos e Farmacêuticos e Tintas e Vernizes, ambos de São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a Festa do Trabalhador daquele município levou alegria e descontração ao sítio da Vovó Dada, em Itaboraí, no domingo (15) e contou com a presença de diversos trabalhadores e autoridades públicas, como o ex-ministro do Trabalho, Carlos Dault Brizola (Brizola Neto) e o prefeito de Tanguá, Carlos Pereira.

Além dos presidentes José Maria Fernandes (químicos e farmacêuticos) e Luís Eduardo Pereira (trabalhadores nas indústrias de tintas e vernizes), participaram do evento Isaac Wallace de Oliveira, presidente da Ferquimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Ramo Químico, Farmacêutico e Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro); Joadil Júnior, representando o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil do Rio, Carlos Antônio de Souza; Aparecida Evaristo, representando o presidente do Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis do RJ, Eusébio Pinto Neto e Marco Antonio Lagos de Vasconcelos, o Marquinhos da Força, representando o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Gonçalo, Felisberto de Andrade.

Festa São Gonçalo 2016 2O sorteio de brindes animou os associados e seus familiares. Os organizadores contaram com a parceria de entidades como a Ferquimfar, Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico (CNTQ), Força Sindical RJ e empresas do seguimento, como Akzon Nobel, Ingredion Brasil, Marine Products, GE, P&G e a cooperativa de crédito do setor químico, Cooperfarquim.

Na ocasião, dirigentes sindicais e autoridades comentaram sobre a atual conjuntura política e econômica que o Brasil enfrenta, diante de um governo interino. Destacou-se que a expectativa da maioria da população é que o país volte aos trilhos, com crescimento econômico, embora os desafios continuem os mesmos: recessão, desemprego e o ataque aos direitos previdenciários, sociais, sindicais e trabalhistas.

Segundo as lideranças sindicais, a volta do crescimento econômico só é possível com medidas concretas de valorização do setor produtivo e do mundo do trabalho, gerando emprego, além de respeito aos direitos e uma vida digna para o povo. A proposta, segundo eles, é continuar insistindo nas reivindicações da Pauta Trabalhista.

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Com Assessoria de Imprensa Ferquimfar

                                                                              Foto: Divulgação Ferquimfar

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Encontro Resende 1

Resende sedia Encontro Internacional de Trabalhadores em Montadoras

Encontro Resende 1

A cidade de Resende, no Sul do estado, recebeu o 3º Encontro Internacional de Montadoras, um evento mundial com a presença de sindicatos do Brasil e dos Estados Unidos. Cerca de cem sindicalistas se reuniram entre os dias 11 e 12 de maio para discutir os acordos automotivos internacionais em vigor e as estratégias de organização dos trabalhadores pelo mundo. A região Sul Fluminense está consolidada como o pólo automotivo do Rio de Janeiro. Nas cidades de Resende e Itatiaia, há cinco grandes montadoras: MAN Latin America (Volkswagen Caminhões); PSA Peugeot Citroën; Nissan; Land Rover e Hyundai, empregando em torno de 8 mil trabalhadores.

Participaram do evento Sílvio Campos, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Miguel Torres, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e vice presidente da Força Sindical, Sérgio Claudino, presidente da Federação dos Metalúrgicos do RJ, Kristyne Peter e Richard Bensinger, respectivamente diretora de Relações Internacionais e diretor de Organização Sindical e Estratégias da UAW (United Automobile Workers, Sindicato que representa os metalúrgicos nos Estados Unidos).

Silvio Campos, que visitou os trabalhadores da Nissan no Mississipi (EUA) e discursou em solidariedade a eles, enalteceu a presença maciça de representantes dos metalúrgicos no encontro e sua importância para discutir os métodos de organização sindical global, analisando quais as melhores saídas para a defesa dos direitos internacionais dos trabalhadores. “Essa é mais uma mostra do engajamento global sindical. Aqui temos representantes de seis estados brasileiros e a UAW, maior sindicato dos Estados Unidos. A ideia é unificar os trabalhadores pelo mundo, como uma forma de enfrentar as multinacionais que, em muitos casos, tentam suprimir direitos trabalhistas em vários países”, explicou Sílvio Campos.

Para Richard Bensiger, foi uma reunião introspectiva, onde os sindicatos olharam para si mesmos discutindo como podem ter mais membros e serem mais participativos. “Isso é muito saudável e todas as organizações deveriam fazer. O Brasil tem os melhores sindicatos do mundo, com ações mais coletivas e protestos. Esse sentimento de coletividade e comunidade nos inspira”, afirmou o representante do sindicalismo norte-americano.

O dirigente da UAW também enalteceu o apoio dos sindicalistas metalúrgicos brasileiros aos trabalhadores da fábrica da Nissan no Mississipi, região sul dos Estados Unidos, que sofrem com ameaças e ações antissindicais da montadora. “Acho que esse é o melhor exemplo de solidariedade global de trabalhadores, adotando a causa de outro país. Os trabalhadores são inspirados por essa solidariedade, eles sentem isso e querem que os companheiros do Brasil sintam orgulho deles. Como resultado disso, houve um aumento muito grande pelo apoio à sindicalização da fábrica do Mississipi nos últimos meses”, ressaltou Richard.

Como presidente da CNTM, representando também a diretoria da Força Sindical, Miguel Torres participou da abertura do encontro, onde expôs suas preocupações com as propostas na Câmara dos Deputados que retiram direitos dos trabalhadores. “Precisamos resistir e nos unir, cobrando dos parlamentares que nos representam ações que protejam os direitos que os trabalhadores conquistaram ao longo de anos de luta sindical. Após este evento, eu mesmo estou indo em uma fábrica discutir a implantação do PPE (Programa de Proteção ao Emprego) para os trabalhadores. O momento é de crise, mas precisamos achar soluções para defender o nosso maior capital, o trabalhador”, salientou.

Miguel Torres também destacou a importância do programa de Renovação da Frota de Veículos (Sustentabilidade Veicular) no Brasil. A proposta foi aprovada em Seminário do Setor Metalúrgico da CNTM em novembro do ano passado e já é defendida abertamente por diversas entidades sindicais e do setor produtivo, pois contribuirá para a retomada da produção e de geração de emprego.

“Esta proposta já foi experimentada com sucesso em outros países e tem tudo para dar certo aqui também. Para tirar o Brasil da recessão, o governo federal precisa colocar em prática propostas como esta, beneficiando toda a sociedade brasileira”, ressaltou Miguel Torres. “Vale destacar que um emprego criado em uma montadora pode abrir outros 18 em toda a cadeia produtiva, desde a extração do minério até autopeças e reciclagem”, completou.

Encontro resende 2

O presidente da Federação dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, Sérgio Claudino, que também participou do encontro, disse que foi um momento importante para fortalecer o intercâmbio internacional com a UAW e a união de dirigentes sindicais que atuam em bases metalúrgicas com montadoras no Brasil. “Tivemos palestras importantes sobre a realidade do movimento sindical e a situação dos metalúrgicos nas montadoras em todo o país. Com as contribuições dos grupos de debate, concluímos o encontro com uma Carta de Resende, que reúne propostas contra a recessão, o desemprego e para o fortalecimento do movimento sindical”, informou Sérgio Claudino.

No segundo dia do encontro, o secretário geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, relatou a todos os trabalhos da Comissão Especial instalada na Câmara Federal para propor a regulamentação do custeio sindical e as ameaças aos direitos trabalhistas e sociais em tramitação no Congresso.

Segundo Sílvio Campos, além da renovação da frota, proposta pela CNTM, outro item que consta na Carta de Resende é a proposta de união das centrais sindicais para combater as ameaças aos direitos dos trabalhadores.

Outros temas em destaque nos dois dias de debates foram Previdência, Saúde e Segurança dos trabalhadores; Cenário atual e perspectiva para produção e venda de veículos; Avanços e limites do programa Inovar-auto; Panorama dos Acordos Automotivos Internacionais em vigor; e relatos sobre as lutas da UAW na organização sindical e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

“Propiciamos uma troca de experiência muito produtiva e enriquecedora entre os sindicalistas. Vimos problemas que estão afetando os companheiros e pudemos analisar, nos grupos de trabalho, saídas para a retomada da produção e enfrentamento dos desafios”, assinalou Sílvio Campos.

O próximo Encontro Internacional de Montadoras será em outubro, no Sindicato dos Metalúrgicos da Piracicaba, interior de São Paulo.

 

 

 Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Com Brasil2pontos e CNTM 

                                                                                    Fotos: Divulgação CNTM

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Ato Justiça do Trabalho 2016

Entidades promovem ato em defesa da Justiça do Trabalho nesta quarta-feira

Ato Justiça do Trabalho 2016Várias entidades, entre elas a Comissão da Justiça do Trabalho da OAB-RJ e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região, promovem ato dia 11 de maio (quarta-feira) do Movimento pela Manutenção e Valorização da Justiça do Trabalho. A atividade será realizada no prédio da Justiça do Trabalho (Rua do Lavradio, nº 132, Centro do Rio), das 8h às 12h. Também fazem parte do movimento a Associação dos Advogados Trabalhistas (Acat), a Associação dos Diretores e Chefes de Secretaria da Justiça do Trabalho (Adics) e Sindicatos.

O movimento lançou um documento em defesa da Justiça do Trabalho, em especial contra os cortes orçamentários. A Justiça do Trabalho sofreu este ano um corte de 37% nas verbas de custeio e 90% em relação a novos investimentos – o maior percentual em relação aos demais ramos do Poder Judiciário. Isso tem provocado a dispensa de terceirizados e estagiários, escassez de material, economia elétrica (em pleno clima carioca), redução do horário de atendimento externo e do investimento no PJe (sistema de processo judicial eletrônico) e ausência de reposição dos servidores aposentados, acarretando em prejuízo inestimável à prestação jurisdicional.

“Há uma tentativa discriminatória e explícita de extinção da Justiça e do Direito do Trabalho que ameaça os direitos adquiridos, representando um retrocesso de mais de 70 anos nas relações trabalhistas”, diz a comissão organizadora do Movimento pela Manutenção e Valorização da Justiça do Trabalho.

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Fonte: Sisejufe-RJ

                                                                                                Foto: Reprodução

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Festa do Trabalhador Químicos

Festa do Trabalhador do Ramo Químico de São Gonçalo e Niterói será no próximo dia 15 de maio

Festa do Trabalhador Químicos

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Tintas e Vernizes de São Gonçalo, o Sindicato dos Químicos de São Gonçalo e a Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Rio de Janeiro promovem dia 15 de maio, a partir das 11h, a Festa do Trabalhador do Ramo Químico de São Gonçalo e Niterói, com apoio da Força RJ.

A festa se estende por todo o próximo domingo no Sítio da Vovó Dada, na Av. São Miguel, nº 103, no bairro de São Joaquim, em frente a Itashow de Itaboraí. Os participantes poderão desfrutar de momentos de lazer e descontração, com almoço e música, reunindo-se a colegas de trabalho, na companhia de familiares e amigos.

Haverá sorteio de vários brindes para associados, como TV LED, bicicleta, celulares e eletrodomésticos.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                                                        Foto: Divulgação Ferquimfar-RJ

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Festa Trabalhador Campos

Metalúrgicos de Campos fazem festa para o Trabalhador e para as Mães

Festa Trabalhador Campos

Uma festa que superou as expectativas. Assim o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Campos e Região, João Paulo Cunha, definiu a comemoração pelo Dia do Trabalhador, que o Sindicato realizou durante todo o último sábado (7), na sede campestre da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Campos, com apoio da Força RJ. A confraternização, com churrasco, música ao vivo e sorteio de brindes, comemorou de uma só vez o Dia do Trabalhador e o Dia das Mães.

“Foi um momento de lazer, descontração e integração para o trabalhador e sua família”, afirmou João Paulo Cunha.

Cerca de 400 pessoas, entre associados de Campos, São João da Barra e Quissamã, participaram da comemoração. O vice-presidente da Força RJ, Isaac Wallace, também presidente da Federação dos Trabalhadores no Ramo Químico do Rio de Janeiro, e Rudiney Vieira Gomes, secretário geral do Sindicato dos Propagandistas de Campos e Região, prestigiaram o evento.

Um dos agraciados com os sorteios de brindes, Mateus Soares Ferreira, trabalhador da Muniz Comércio Ltda, em Campos dos Goytacazes, ficou muito feliz com a bicicleta que ganhou. “Que bom! É um belo presente, muito útil. Depois passo no Sindicato pra pegar”, disse ele.

Também foram sorteados eletrodomésticos. “Cumprimos nosso papel de valorizar a força do trabalho, festejando mais um 1º de maio. E fomos muito felizes de comemorar conjuntamente o Dia das Mães, valorizando também a companheira metalúrgica e a família do metalúrgico de nossa região. Agora, é continuar na luta”, concluiu João Paulo Cunha.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                                      Foto: Divulgação Metalúrgicos de Campos

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

O presidente da FENATEC e da CONATEC, Paulo Ferrari, trouxe o apoio nacional da categoria à assembleia do Rio, comandada por Carlinhos

Empregados em edifícios em campanha salarial

O presidente da FENATEC e da CONATEC, Paulo Ferrari, trouxe o apoio nacional da categoria à assembleia do Rio, comandada por Carlinhos

O presidente da FENATEC e da CONATEC, Paulo Ferrari, trouxe o apoio nacional da categoria à assembleia do Rio, comandada por Carlinhos

Continuam as negociações com o Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro em função da campanha salarial 2016 dos empregados em edifícios do município do Rio. Em assembleia em fevereiro, reunindo mais de 400 associados, a categoria aprovou a Pauta de Reivindicações, que fixou em 16,62% o percentual de reajuste salarial proposto aos patrões. O índice já inclui um ganho real acima da inflação dos últimos 12 meses.

Outras reivindicações são: 5% de quinquênio, 20% de adicional de manobra, 20% de adicional de manuseio de lixo, 20% de adicional de interfone, 40% de adicional de chefia, cesta básica com 45 quilos de alimentos e horas extras com acréscimo de 75%.

A data base da categoria é abril.

Na assembleia e recentemente, na festa em homenagem ao Dia do Trabalhador, em 1º de maio, o presidente do Sindicato dos Empregados em Edifícios do Município do Rio de Janeiro (SEEMRJ), Carlos Antonio Cunha de Oliveira, o Carlinhos, lembrou que a inflação está aumentando mês após mês, os juros continuam altos, a carga de impostos é elevada e tudo isso corrói o poder de compra dos salários.

“Por isso, além da reposição, estamos lutando para conquistar um aumento real para superarmos a inflação. Só com a participação de todos vamos conquistar um bom acordo, que garanta também avanços sociais. Não está nada fácil, mas a categoria está mobilizada e acompanhando nosso esforço”, concluiu Carlinhos.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                                                                  Foto: Divulgação SEEMRJ

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

João Paulo Cunha 4

Metalúrgicos de Campos conquistam 11% de reajuste

João Paulo Cunha 4

O Sindicato dos Metalúrgicos de Campos dos Goytacazes e Região fechou dissídio coletivo que garantiu 11% de reajuste para os trabalhadores, retroativo a 1º de março. Segundo o presidente João Paulo Cunha, a negociação foi difícil, porque a crise econômica vem impondo estagnação às empresas da região, onde boa parte da produção está ligada à Petrobras.

“Nossa preocupação foi evitar perdas salariais para os trabalhadores, mas, principalmente, lutar pela manutenção dos empregos. Já tivemos a redução de 60% dos postos de trabalho em nossa base”, ressaltou João Paulo Cunha, também secretário da Força RJ para a Região Norte e Noroeste do estado.

As demais cláusulas econômicas e sociais foram mantidas.

O Sindicato também vem fechando acordos em separado por empresas, com o mesmo objetivo: garantir a reposição da inflação e aumento real, bem como evitar novas demissões. Assim, foram fechados acordos com a Dorel Brasil, Refrigeração Icaraí, Morumbi Implementos Rodoviários, entre outras.

“Estamos conseguindo manter o patamar do reajuste em 11%, sempre retroativo a março”, afirmou João Paulo. 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

                                                        Foto: Divulgação Metalúrgicos Campos

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ

Assentos nos postos

Assento para descanso em postos de combustíveis reduz riscos à saúde

Assentos nos postosO trabalho de conscientização desenvolvido pela diretoria do Sindicato dos Empregados em Postos de Combustíveis do Rio de Janeiro (Sinpospetro-RJ) durante visita aos postos de combustíveis tem levado os funcionários a denunciar irregularidades no ambiente laboral. Ao constatar o problema, o Sindicato notifica o posto e fixa um prazo para a empresa resolver a situação. Em todos os casos, o resultado tem sido satisfatório para os trabalhadores.

Situações que para alguns parecem simples, na visão de um especialista em saúde e segurança do trabalho se tornam complexas. Por isso é importante que o trabalhador apresente as dificuldades do dia a dia para os diretores. Em menos de uma semana, dois postos de combustíveis na Zona Oeste do Rio passaram a cumprir a NR 17, que exige a instalação de assentos em número suficiente na pista de abastecimento.

Nos postos Elias Morgado, em Sepetiba, e Santa Catarina, em Campo Grande, os trabalhadores contam com bancos para descansar nos intervalos de abastecimento. Vários postos no município do Rio de Janeiro estão tomando a mesma medida e instalando assentos para os seus funcionários. A constatação foi feita pelo diretor Marcos Rosa.

Trabalhar em pé é prejudicial à saúde

Em março, o Sinpospetro-RJ realizou um seminário sobre segurança e saúde no Sul do Estado e o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Claude Chambriard, abordou a questão da NR 17. Segundo ele, apesar de o corpo se adaptar a todas as formas de trabalho, é preciso tomar cuidado para que a má postura não prejudique a saúde. “Infelizmente, a postura inadequada no trabalho e a falta de assento para descansar no posto de combustível são duas combinações que ameaçam a saúde do frentista e podem levar à morte”, alertou.

Ele disse que assim como a intoxicação pelo benzeno, o entupimento das veias é lento e silencioso. A obstrução das veias dificulta a circulação do sangue, o transporte do oxigênio, e pode causar a embolia pulmonar. De acordo com o professor, o descanso do frentista durante o intervalo de abastecimento reduziria o risco de entupimento das veias.

O professor destacou ainda que a mulher sofre mais a consequência de trabalhar em pé, já que durante o ciclo menstrual retém líquido e tem mais dificuldade para transportar o sangue venoso até o coração, criando assim os edemas, que são as varizes. A gravidez acentua ainda mais o problema. Claude considera que é preciso criar mecanismos no ambiente de trabalho para que a gestante possa ter um tempo para descansar.

NR 17

A Norma Regulamentadora 17 estabelece parâmetros que permitem a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. O item 17.3.5 trata especificamente do trabalho em pé. Para as atividades em que os trabalhos devem ser realizados de pé, os assentos devem ser colocados para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas.

 

  

Por Rose Maria,  Assessoria de Imprensa

Com Assessoria de Imprensa Sinpospetro-RJ

                                                                      Foto: Divulgação Sinpospetro-RJ

 

 

Carlos Fidalgo

Presidente
Força Sindical do Estado do RJ