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O advogado João Campanário participa da plenária para debater custeio sindical

Força RJ discute greve geral contra a reforma da Previdência nesta quinta-feira (30)

O advogado João Campanário participa da plenária para debater custeio sindical

O advogado João Campanário participa da plenária para debater custeio sindical

A Força Sindical RJ promove plenária geral nesta quinta-feira, 30 de novembro, a partir de 9h, na sede da Força RJ, no Centro do Rio de Janeiro, para debater a participação de federações e sindicatos filiados nas mobilizações da greve geral contra a Reforma da Previdência, marcada pelas centrais sindicais para 5 de dezembro.

“Contaremos com a presença do advogado da Força Sindical Nacional João Campanário, para debate e orientações técnicas quanto à cobrança do imposto sindical no atual cenário, bem como para analisar o custeio sindical. A participação de todos é muito importante para reafirmar nossa luta e definir estratégias em defesa da classe trabalhadora”, afirmou Carlos Fidalgo.

O presidente da Força RJ disse, ainda, que Campanário analisará aspectos da reforma trabalhista de interesse para o Departamento Jurídico das entidades filiadas. “Peço que todos enviem seus assessores juridicos, porque a palestra do Dr. João Campanário tem muito a acrescentar aos advogados dos sindicatos e federações nesse momento em que a reforma acaba de entrar em vigor”, completou Carlos Fidalgo.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Foto: Arquivo Força RJ

 

 

  • Alexsandro Diniz
  • Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ
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Geral nov menor

Café com o Presidente reforça importância da mobilização contra reformas

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O presidente da Força Sindical RJ, Carlos Fidalgo, voltou a pedir a mobilização de todos contra a ameaça de reforma da Previdência Social. Na segunda edição do Café da Manhã com o Presidente em 2017, nesta segunda-feira (27), que reuniu presidentes de Sindicatos e Federações de diversas categorias, Fidalgo informou que uma plenária geral discute a participação da Força Sindical do Rio de Janeiro na greve geral anunciada pelas centrais para 5 de dezembro contra a Reforma da Previdência. A plenária acontece na sede da Força RJ, no Centro do Rio, dia 30 de novembro, a partir de 9h.

“A primeira reunião das centrais no Rio de Janeiro para discutir o assunto acontece hoje (27) à tarde. Vamos ver no dia 30 como vamos botar nosso bloco na rua. A unidade das centrais tem sido fundamental neste momento. As nossas divergências não têm sido maiores que as convergências, porque, acima de tudo, estão os direitos dos trabalhadores”, afirmou Carlos Fidalgo.

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Sem a presença do advogado João Campanário, que foi convocado pela Justiça de Minas Gerais para audiência no mesmo horário da explanação na sede da Força RJ sobre custeio sindical, o Café da Manhã com o Presidente de novembro ouviu os relatos dos presidentes das categorias presentes e o relatório do Departamento Jurídico da central no Rio de Janeiro, apresentado por Luciana Rangel.

“Atendemos sindicatos filiados em assessoria para eleições e exigências feitas pelos cartórios, elaboração de editais e atas, orientação nos procedimentos junto ao Ministério do Trabalho, bem como sobre convenção coletiva, acordo coletivo, reclamações trabalhistas, greve, enfim, várias questões do mundo sindical. Realizamos o 8º Congresso Estadual da Força RJ em 2017, uma plenária sobre a reforma da Previdência, em abril, e o Outubro Rosa em outubro, sobre os direitos dos pacientes com câncer. Participamos do Congresso Brasileiro e Ibero Americano de Direito Previdenciário, também em outubro, entre outros eventos. Ficamos muito felizes com a concessão de diversas cartas sindicais, como a do Sindiloto-RJ (empregados em lotéricas), documento aguardado desde 2008. E continuamos trabalhando pelos vigilantes de Itaguaí e os permissionários das praias”, contou Luciana Rangel, assistente do Departamento Jurídico.

Luciana menor

Carlos Fidalgo ressaltou que, embora a plenária do dia 30 de novembro seja destinada à preparação da participação da Força RJ na greve geral convocada pelas centrais para 5 de dezembro, caso o advogado Campanário, da CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) não possa comparecer para esclarecer dúvidas sobre o custeio sindical, o coordenador do Departamento Jurídico da Força Rio, Alexsandro Santos, poderá debater o tema. “Paulinho (deputado federal Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical) continua negociando no Congresso Nacional em defesa dos trabalhadores. Mas precisamos fazer a nossa parte e ir para as ruas. Temos esse compromisso de enfrentar esse governo nefasto que está aí”, completou Fidalgo.

O presidente da Força RJ, acompanhado do secretário geral Isaac Wallace, do vice-presidente Marquinho da Força e do secretário de Imprensa e Comunicação, Alexsandro Diniz, avaliou junto às categorias os atos e mobilizações do Dia Nacional de Luta – 10 de novembro, com grande cobertura da mídia do Rio de Janeiro. “Somos uma equipe e nossas ações conjuntas repercutiram em todo o país”, disse Fidalgo.

Já o secretário de Imprensa e Comunicação, Alexsandro Diniz, lembrou da necessidade que sindicatos e federações têm hoje de reformular suas estruturas para continuar a luta em defesa do trabalhador. “Estamos aqui buscando consolidar, cada vez mais, a unidade, em prol da classe trabalhadora. Somos dirigentes sindicais e se nós não arregaçarmos as mangas, não teremos ninguém brigando por quem tanto precisa: o trabalhador brasileiro”, destacou.

Participaram do encontro, ainda, representantes dos metalúrgicos, químicos, empregados em lotéricas, aposentados, rodoviários, produtores rurais, agentes comunitários de saúde, marceneiros, empregados em concessionárias de veículos, estatísticos, trabalhadores em artefatos de borracha, propagandistas, guardas municipais e vigilantes, entre outros.

O próximo Café com o Presidente acontece em 29 de janeiro de 2018.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Fotos: Divulgação Força RJ

 

 

  • Alexsandro Diniz
  • Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ
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Greve Volta Redonda 10

Sindicalistas e MEP comemoram sucesso da greve geral em Volta Redonda

Greve Volta Redonda 10

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, Silvio Campos, pontuou que Volta Redonda teve boa adesão e organização da greve geral, pois, segundo ele, o movimento foi pacífico até o encerramento e chamou atenção para as críticas feitas contra o governo federal. Além disso, Campos destacou a importância da luta que os trabalhadores estão travando contra as reformas.

“O município está de parabéns com a adesão ao movimento e pela organização. Iniciou e terminou pacificamente. Todos juntos, unidos e na luta contra as reformas, que visam retirar o direito dos trabalhadores. O sindicato está exercendo seu papel de defender os operários, propostas absurdas como a retirada da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) presente desde 1943, estão rasgando os nossos direitos. As reformas são injustas ao trabalhador”, falou.

Silvio Campos comentou ainda que os trabalhadores da CSN e das demais empresas dentro da usina aderiram ao ato. “Tivemos praticamente 100% de adesão dos trabalhadores”, salientou o presidente.

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O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Volta Redonda, José Gama, o Zequinha, destacou que os ônibus voltaram a circular normalmente, após às 10h. “Os ônibus, após as 10h, conforme havíamos nos programado, voltaram a circular normalmente na cidade. Antes disso, conseguimos fazer a manifestação junto aos demais sindicatos bloqueando a BR-393 e outras vias de maior expressão no município. Tudo isso é para enfatizar que somos totalmente contra as reformas, pois querem retirar os direitos dos trabalhadores”, disse.

José Maria da Silva, o Zezinho, do movimento pela Ética na Política (MEP) de Volta Redonda, lembrou os atos de 1988, na famosa greve da CSN. “Não há dúvida, desde 88 não se via em Volta Redonda tamanha movimentação paredista na região Sul Fluminense. Acompanhei pela manhã as movimentações populares e sindicais. Aconteceu tudo pacificamente. Foi animador ver uma expressiva quantidade de jovens nas movimentações que foram retomadas na Praça Juarez Antunes, na parte da tarde. Notei também a presença de religiosos e representações das comunidades cristãs, atendendo à convocação de Dom Francisco Biasin, Bispo Diocesano”, descreveu.

 

 

Fonte: Jornal Diário do Vale

Fotos: Divulgação Força RJ

 

Marcelo Peres

Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ

cinelandia 9

Atos na Cinelândia marcam greve geral e o 1º de maio

cinelandia 9

A Força RJ, demais centrais sindicais e movimentos sociais promoveram ato unitário na Cinelândia, Centro do Rio, que marcou o dia 28 de abril, dia da greve geral. Trabalhadores, dirigentes sindicais e militantes de movimentos sociais e associações se concentraram em frente à Câmara de Vereadores, à tarde, para protestar contra as reformas trabalhista e da Previdência, que tramitam no Congresso Nacional.

Como o ato foi violentamente interrompido pela ação desproporcional da Polícia Militar – PMs jogaram bombas contra o palco na hora que deputados estaduais discursavam, em ação mais uma vez unitária, o Dia do Trabalhador – 1º de maio, foi marcado pela continuidade do ato de 28 de abril, desta vez em clima de paz.

Diversas categorias participaram do ato de protesto na Cinelândia dia 28 de abril. Metalúrgicos, químicos, borracheiros, frentistas, aposentados, empregados em edifícios, propagandistas, marceneiros, agentes de saúde, trabalhadores em indústrias de perfumaria do Rio, trabalhadores em saneamento, entre outros. O Sindicato da Saúde do Município do Rio levou sua banda para animar a manifestação e cartazes com fotos dos deputados federais do Rio de Janeiro que votaram a favor da reforma trabalhista foram expostos na Praça Floriano.

Greve Alerj

Professores e outras categorias se concentraram primeiramente em frente à Assembleia Legislativa (Alerj), para depois seguir em passeata pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia. Mas confronto entre um pequeno grupo de manifestantes e o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) fez o protesto ser interrompido, com bombas de gás lacrimogêneo, gás de pimenta e balas de borracha. Mesmo assim, os trabalhadores e sindicalistas se uniram a milhares de outros manifestantes, na Cinelândia.

Não demorou muito tempo para o conflito também se espalhar em torno das ruas da Cinelândia e na própria Praça Floriano, a partir de, mais uma vez, confronto entre um grupo de mascarados, vestidos de preto, e o Bope, desta vez próximo à escadaria do Theatro Municipal. O que se seguiu foram atos de violência e dezenas de prisões, com ônibus incendiados, depredação de bancos e do patrimônio público e perseguição a manifestantes com balas de borracha e bombas de efeito moral e químico. A Força RJ repudiou os atos de violência. Veja nota de repúdio aqui. 

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Em resposta à violência policial, novo ato foi convocado para 1º de maio, Dia do Trabalhador, em continuidade ao protesto de 28 de abril, mais uma vez na Cinelândia, desta vez com apoio também de artistas e maior número de parlamentares. Não houve registro de incidentes.

Marquinho da Força

Marquinho da Força

Dirigentes das centrais sindicais e sindicatos fizeram uso da palavra (o que não aconteceu dia 28) e destacaram a importância da unidade para combater as reformas em curso. O vice-presidente da Força RJ, Marco Antônio Lagos, o Marquinho da Força, parabenizou todos os trabalhadores pelo seu dia e propôs que o movimento sindical organize grande manifestação em Brasília para barrar o desmonte da CLT e da Previdência Social.

Eusébio Pinto Neto

Eusébio Pinto Neto

Já o 1º vice-presidente da Força RJ, Eusébio Pinto Neto, também presidente da Federação Nacional dos Empregados em Postos de Combustíveis, disse que o 1º de maio se transformou em dia de luta pela liberdade e pelos direitos. “Estamos aqui em protesto contra a repressão da Polícia Militar, que atacou violentamente trabalhadores no último dia 28, mas também contra prisões irregulares de lideranças de movimentos populares e pelos direitos sociais. Nossa luta é pela democracia”, afirmou Eusébio.

 

Veja mais fotos de 28 de abril e 1º de maio.

Leia artigo do presidente da Força RJ, Carlos Fidalgo, em homenagem ao 1º de maio.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Fotos: Divulgação Força RJ

 

Marcelo Peres

Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ

Greve JT

Greve geral para o Rio

Greve JT

A Força Sindical RJ, demais centrais e movimentos sociais promoveram em 28 de abril atos e paralisações em todo o estado, durante todo o dia, dia de greve geral , onde mais de 35 milhões de trabalhadores e trabalhadoras cruzaram os braços no país.

A mobilização começou na cidade do Rio de Janeiro pela Ponte Rio Niterói, onde protesto interditou a ponte na subida do vão central, sentido Rio, a partir de 6h30. Logo a mensagem “Não às Reformas” podia ser lida no vão central. Após negociação com a Polícia Rodoviária, a ponte foi totalmente liberada, às 7h40. O protesto contou com a participação de metalúrgicos, químicos, trabalhadores em saneamento, propagandistas, entre outras categorias.

Outros protestos aconteceram simultaneamente na estação das barcas, em Niterói, na Niterói-Manilha (BR-101), Avenida do Contorno, em Niterói, Linha Vermelha, na altura do Fundão, sentido Centro e na Av. Embaixador Abelardo Bueno, na Barra da Tijuca. O trânsito foi liberado cerca de uma hora depois, em todas as vias.

Ao mesmo tempo, aeroviários promoviam protestos no Aeroporto Santos Dumont, Aeroporto Internacional Tom Jobim, nos portões de empresas aéreas, como a Tap ME Brasil, de empresas de cargas aéreas e áreas de apoio. Segundo o Sindicato dos Aeroviários do município do Rio, o objetivo das manifestações foi conscientizar a categoria e chamar a atenção da população para os riscos das reformas aos direitos dos trabalhadores. Também segundo o Simarj, não foram registrados incidentes envolvendo seus dirigentes durante toda a ação.

Já durante a manhã, trabalhadores e sindicalistas promoveram manifestações na Avenida Rodrigues Alves, na altura da Rodoviária Novo Rio, na Região Portuária. Houve confronto entre manifestantes e policiais militares e perseguição a sindicalistas. O trânsito foi totalmente liberado por volta de 11h20.

São Gonçalo

São Gonçalo

O Sindicato dos Químicos de Nova Iguaçu participou da mobilização de sindicatos e centrais sindicais que fechou o comércio no Centro de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Informativos foram entregues à população explicando os motivos dos protestos e alertando a sociedade sobre os riscos das reformas aos direitos de cada cidadão e dos trabalhadores. O mesmo aconteceu em São Gonçalo, onde o Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do Estado do Rio de Janeiro fez caminhada pelas ruas do Centro.

Duque de Caxias

Duque de Caxias

O Sindicato dos Metalúrgicos de Duque de Caxias paralisou as atividades na montadora Marcopolo Rio, em Xerém, enquanto o Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense parou a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, enfrentando forte policiamento, sem registro de incidentes. Depois, metalúrgicos e rodoviários de Volta Redonda, entre outras categorias, promoveram passeatas pelas principais vias de acesso ao Centro de Volta Redonda, como a Av. Beira Rio, parando o trânsito na cidade e chamando a atenção da população para a retirada de direitos. Também houve protestos na BR 393, que liga Juiz de Fora a Rodovia Presidente Dutra.

Volta Redonda

Volta Redonda

Campos

Campos

Em Campos dos Goytacazes, o Movimento Unificado Sindical, Social e Estudantil do Norte Fluminense, com participação do Sindicato dos Metalúrgicos de Campos e Região, realizou protestos na BR 101, próximo ao Instituto Federal Fluminense (IFF), pela manhã. Ato público foi realizado no final da tarde no Boulevard Francisco de Paula Carneiro, o Calçadão, no Centro de Campos, com caminhada até a Câmara de Vereadores, reunindo cerca de 2.500 pessoas. Depois, os manifestantes seguiram mais uma vez para a BR-101, para novo ato de protesto. “Considero que a greve geral em Campos foi um grande sucesso. Além da união de praticamente todos os sindicatos, conseguimos atrair a atenção e o apoio da sociedade para nossa causa. A população apoiou nossa mensagem, que é Não às Reformas”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Campos, João Paulo Cunha.

O presidente da Força RJ, Carlos Fidalgo, agradeceu a participação e o empenho de todos e disse que a mobilização continua. “Nosso recado foi dado. Precisamos continuar unidos e mobilizados, porque não podemos permitir que a CLT seja enterrada e, nossos direitos, junto com ela. A luta continua”, concluiu Carlos Fidalgo.

Veja mais fotos.

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Foto: Divulgação Força RJ e Sindicatos

 

Marcelo Peres

Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ

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Ato no TRT-RJ convoca para greve geral

IMG-20170425-WA0012Uma grande mobilização de magistrados, advogados e servidores públicos na manhã desta quarta-feira (26) convocou para greve geral da próxima sexta, dia 28 de abril. O ato, organizado pela Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra1) e demais entidades, ocorreu no pátio do Fórum da Lavradio, no Rio.

Em defesa da Justiça do Trabalho e contra as reformas trabalhista e previdenciária, a presidente da associação, Cléa Couto, convocou todos à “resistência”. “Este é um ato de resistência ao ataque à Justiça do Trabalho. É uma falácia dizer que a reforma trabalhista vai gerar empregos. Isso só acontece quando se aquece a economia e não tirando direitos consolidados ao longo de décadas. As reformas trabalhista e previdenciária colocam em situação de risco toda a sociedade e não há legitimidade para se levar adiante tais reformas”, disse. A juíza do trabalho também declarou total apoio à greve marcada para esta sexta-feira, convocando todos à adesão.

Além da Amatra1, participaram da organização do ato a ANPT, OAB/RJ, ACAT, SISEJUFE, entre outros.

 

Fonte: Jornal do Brasil

Foto: Reprodução 

 

Marcelo Peres

Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ

Força Rio pag 1

28 de abril – Vamos parar o Brasil!

Força Rio pag 1No dia 28 de abril, diferentes categorias vão paralisar suas atividades por todo o País. Organizada pela Força Sindical e demais centrais sindicais, o “Dia Nacional de Paralisações, Atos e Greves” será uma demonstração de que a classe trabalhadora não aceitará, em hipótese alguma, retrocessos, nem o desmonte que está ocorrendo nas leis que regem o mundo do trabalho.

Segundo o vice-presidente da Força RJ Marco Antônio Lagos, o Marquinho da Força, que participa das discussões no coletivo das centrais sindicais no Rio de Janeiro representando o presidente Carlos Fidalgo, rodoviários, metroviários, aeronautas, barcas, professores da rede pública e privada já confirmaram adesão ao movimento. Bancários fazem assembleia organizativa amanhã (26).

“Os professores vão fazer manifestações nas portas das escolas. Haverá ato na Alerj e depois seguirão para a Cinelândia, onde acontece o grande ato unificado das centrais, às 16h, com concentração a partir de 14h. Na verdade, acontecerão manifestações em todo o estado. Em Campos, por exemplo, metalúrgicos, petroleiros e o movimento unificado de trabalhadores e estudantes farão protestos. O mesmo acontece em Volta Redonda, com metalúrgicos do Sul Fluminense, rodoviários e sindicatos locais. O Rio de Janeiro está mobilizado e pronto para a luta”, afirmou Marquinho da Força.

Químicos, borracheiros, frentistas, Construção Civil, metalúrgicos, todos os Sindicatos vem promovendo distribuição de informativos nas portas de fábrica e empresas, como a nova edição especial do jornal Força Rio e o panfleto unitário das centrais, explicando os motivos da paralisação.

Em assembleia realizada no último dia 24, na sede do Stipdaenit (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e Esgoto de Niterói), a categoria de trabalhadores da Cedae da região também decidiu promover paralisação de 24 horas na próxima sexta-feira. “Destacamos, desde já, que os serviços realizados pela empresa não serão comprometidos, pois cumpriremos as determinações legais de manter em atividade, no mínimo, 30% do efetivo de trabalhadores. O movimento grevista não vai prejudicar a população, mas sim mostrar o descontentamento geral dos trabalhadores com as reformas orquestradas pelo governo federal e o Congresso Nacional”, afirmou Sérgio Araújo, presidente do Stipdaenit.

Paulinho convoca todos os trabalhadores

“Quero usar este espaço para falar com você, trabalhador, porque queremos sua adesão à greve. Diferentes categorias decidiram parar no dia 28 porque estamos vivendo um momento crucial em nossas vidas. Nossa atitude, hoje, vai determinar o tipo de trabalho que teremos, que tipo de remuneração vamos receber, quais os benefícios que serão pagos, se vamos poder sustentar nossas famílias e, mais importante, que mundo deixaremos para nossos filhos”, declarou Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

Segundo Paulinho, “os defensores das propostas originais das reformas trabalhista e da Previdência condicionam a aprovação dessas propostas à vinda de investimentos para a economia do País crescer. Mas, na verdade, as mudanças que o governo propõe vão suprimir direitos históricos dos trabalhadores, como dificultar o acesso à aposentadoria, às nossas férias, à nossa jornada de trabalho e à PLR (Participação nos Lucros ou Resultados), e ter o nosso trabalho precarizado. Sem leis adequadas, os trabalhadores ficam sujeitos a qualquer tipo de desmando feito por patrões inescrupulosos”, ressaltou Paulinho.

“A luta pelos nossos direitos está em nossas mãos. É importante ficar claro que o governo e os parlamentares estão fazendo de tudo para  que as reformas sejam votadas rapidamente, sem abrir negociações com as centrais sindicais e os sindicatos. Numa democracia, governo e parlamentares não podem promover reformas tão profundas sem ouvir os principais interessados, que são os trabalhadores”, enfatizou.

Orientações

“Nossa expectativa”, afirmou João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força, “é que seja a maior mobilização feita até agora. Orientamos sindicatos e federações a solicitarem à população para que não saiam de casa. Por exemplo, não marcar nessa data médicos, dentistas, supermercados, entrevistas e ir aos bancos”, completou Juruna.

As oito centrais sindicais que convocaram a greve, juntas, representam mais de 10 milhões de trabalhadores.

 

 

Por Rose Maria, Assessoria de Imprensa

Com Assessoria de Imprensa Força Sindical

Foto: Reprodução

 

Marcelo Peres

Secretário de Imprensa e Comunicação Força RJ