Delegados pelo presidente Carlos Fidalgo, os dirigentes sindicais Alexsandro Diniz e Renata Lucas representaram a Força Sindical RJ na II Conferência Nacional do Trabalho.

Secretário Geral da Força Sindical Juruna, Diretora SINPOSPETRO Niterói Renata Lucas, Vice presidente da Força Sindical RJ Alexsandro Diniz e o secretário de relações intersindicais Ortelio.
Promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a conferência reuniu representantes de trabalhadores, empregadores e governo para debater os desafios e as transformações do mundo do trabalho. A OIT acompanhou todas as discussões, junto com observadores de outros países.
A abertura do evento, realizada no dia 3 de março de 2026, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que destacou a importância do diálogo tripartite na formulação de políticas públicas para o mundo do trabalho. “O Brasil não entrará no rol dos países desenvolvidos se o trabalhador não entrar junto. Quanto mais o trabalhador ganhar, mais o patrão ganhará”, afirmou, ao ressaltar a relevância dos debates promovidos durante a Conferência.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, acompanhou toda a programação da Conferência e participou da votação simbólica final no encerramento da II CNT, ao lado do diretor da OIT no Brasil, Vinícius Pinheiro. Durante o evento, o ministro acompanhou os debates das propostas conduzidos por representantes de trabalhadores e empregadores.

Luiz Marinho destacou que as propostas da Conferência foram construídas a partir do diálogo tripartite, com o objetivo de alcançar consensos sobre as mudanças necessárias no mundo do trabalho. “É um momento rico, um ponto de partida para aperfeiçoarmos o diálogo. Não há ferramenta mais poderosa do que o diálogo”, afirmou.
Segundo o ministro, a II CNT também representa uma experiência que pode servir de referência para outros países. “O governo está sempre aberto ao diálogo, acompanhando as transformações do mercado de trabalho”, disse, ao agradecer a todos os participantes que contribuíram para fortalecer o processo coletivo de representação.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na noite desta terça-feira (3), que a proposta de lei para o fim da escala 6×1 seja elaborada de forma conjunta entre trabalhadores, empresários e o governo. A declaração foi feita durante a abertura da Segunda Conferência Nacional do Trabalho, realizada no Anhembi, que segue até o dia 5.
Lula destacou que o diálogo tripartite é o caminho mais vantajoso para os trabalhadores e alertou sobre o risco de deixar o tema exclusivamente nas mãos do Congresso Nacional do Brasil.
“É melhor vocês construírem negociando do que terem que engolir uma coisa vinda do Congresso e depois recorrer à Justiça do Trabalho”, afirmou o presidente.
O chefe do Executivo reiterou que o governo não pretende se alinhar a nenhum dos lados na discussão.
“Não iremos prejudicar os trabalhadores, nem contribuir para o prejuízo da economia brasileira. Queremos encontrar uma solução bem pensada e harmonizada”, disse.
Jornada diferenciada por categoria
Lula também defendeu que a jornada de trabalho seja adaptada conforme as especificidades de cada categoria profissional.
“Pode haver uma regra geral, mas, na hora de regulamentar, será necessário olhar para cada setor”, afirmou.
O presidente ressaltou ainda que o objetivo é garantir mais qualidade de vida, permitindo que os trabalhadores tenham tempo para estudar, descansar e estar com a família.
Por Alessandra Marçal
Diretora de Comunicação e imprensa
Força Sindical RJ


























O vice-presidente da Força Sindical RJ, Eusébio, recebe prêmio no dia 09/05/24 e dedica aos frentistas.














